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Trocaremos

- 1 Mimo Alusivo ao Tema (Fruta da sua Região)

- 1 Material que a Parceira Use

- 1 Revista que a Parceira Use

- No Mínimo UM Produto refente ao Tema (Chá, Frutas Secas, Doces, Sabonetes...)

- Guloseimas a Vontade


Início das Inscrições: 15/06 até 11/08

Dia do Sorteio da Parceira: 12/08

Prazo da Entrega: até dia 09/10

APROVEITE PARA DAR UMA ESPIADA E PARTICE
http://pontinhosdavanessa.blogspot.com

MAIS UM PRESENTINHO!!

GANHEI DA AMIGA MANUELA DO BLOG: http://poesiaspink.blogspot.com/

CONFIRA ESTE NOVO ESPAÇO!

MUITO OBRIGADO AMIGA!

POESIA DE WAGNER COSTA

ESTA POESIA É PARA MINHA AMIGA ROSANGELA DO BLOG ESSÊNCIA DA PEDAGOGIA E TODOS OS VISITANTES DO DIA!

SOLIDÃO TEM SETE LETRAS
MAS A ALEGRIA
TEM SETE LETRAS,TAMBÉM

SEGREDO TEM SETE LETRAS
AMIZADE SETE LETRAS TEM
AMIZADE MORA NO CORAÇÃO
QUE TEM SETE LETRAS, TAMBÉM.


ESTA POESIA FOI RETIRADA DO LIVRO ``O SEGREDO DA AMIZADE`` DE WAGNER COSTA.

ACHEI MUITO BONITO ENTÃO TROUXE PARA VOCÈ.

PRESENTINHO!!




GANHEI DA AMIGA SIL DO BLOG AMAR E EDUCAR PARA O FUTURO
VALEU AMIGA!



Homenagem às Amigas Blogueiras .

Recebi essa homenagem da amiga Joelma Couto do http://amigasdaedu.blogspot.com e achei muito linda a iniciativa dela fazer uma corrente com as amigas para demonstrar a importância do trabalho que todos nos fazemos com os nossos blogs, e agradeço do fundo do meu coração todos que passam por aqui, seja anônimo, amigas blogueiras, amigas que não tem blog por reconhecer nosso trabalho e valorizar dando os devidos créditos, deixando recadinhos para que nosso blog sobreviva... O que seria de nós blogueiras sem receber presentinhos, recadinhos que mostre que estamos ajudando, compartilhando nossa prática com todos que passam por aqui...

A regra é a seguinte:

Quem recebê-lo a aceitar participar da corrente coloque-o em um lugar onde todos possam ver em seu blog...


Eu estou enviando para alguns blogs que acompanho que admiro quem receber envia para quem achar merecedor....

Aí vão meus blogs....
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CURRÍCULO,CULTURA LOCAL E CONHECIMENTO

FICHAMENTO DO TEXTO: CURRÍCULO, CULTURA LOCAL E CONHECIMENTO
DE HELOÍSA DA SILVA BORGES





Ao refletirmos sobre o processo de construção do conhecimento em nossas instituições escolares, não podemos deixar de lado o currículo e sua ligação com a cultura local e os aspectos ideológicos impostos pela classe dominante. O currículo, tal como a cultura, é uma zona de produtividade. Essa produtividade, entretanto, não pode ser desvinculada do caráter social dos processos e das práticas de significação. Cultura e currículo são, sobretudo, relações sociais.

Embora o currículo esteja submetido a regras, restrições, convenções e regulamentos próprios da instituição educacional, também pode ser visto como um texto e analisado como um discurso. O currículo é um espaço, um campo de produção e criação de significado. Com este instrumento se produz sentido e significado sobre os vários campos e atividades sociais.

No currículo TRABALHA-SE os sentidos e significados recebidos e materiais culturais existentes. Nesta perspectiva, devemos analisar os seguintes aspectos na discussão do currículo: a) prática de significado; b) prática produtiva; c) relação social; d) relação de poder; e) prática que produz identidades sociais. Reafirmamos portanto, a importância da função da escola no processo de construção do conhecimento.

Estes processos devem ser desenvolvidos em conjunto por alunos e professores na tentativa de responder aos desafios de sua realidade. Pois pertence à escola a responsabilidade em parte, pelo desenvolvimento do arcabouço cognitivo (ao nível individual) e conceituais (no plano da produção social do conhecimento) imprescindíveis à sustentação ou a renovação da cultura.

A escola, através do currículo, não pode mais desconhecer as diferenças culturais, de gênero, de raça, de cor, de sexo etc., existentes em todo o enfoque cultural. Desta forma, o currículo está intimamente ligado às questões culturais desde o momento que se faz a pergunta: Currículo é para quem? Assim sendo, o currículo é um terreno de produção cultural na qual os materiais existentes funcionam como matéria-prima de criação, recriação e, sobretudo, de contestação e transgressão.

Assim, o currículo, visto como texto, como discurso e matéria significante, não pode ser separado de relações de poder quando fazemos ponte com a escola. Pois ele centraliza o projeto educacional, seja crítico ou não. Pensar o currículo como ato político consiste, precisamente, destacar seu envolvimento com as relações de poder.

Partindo-se do pressuposto que todo o currículo é uma forma de poder, podemos então compreender o porquê das lutas internas e externas no Congresso Nacional para as aprovações das Leis (Diretrizes Básicas), âmbito em que ocorre o jogo das forças políticas sociais e econômicas. É nesse sentido que o currículo entra em discussão na época das aprovações da Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes de Bases da Educação – LDB nº 9.394/96 e depois nos próprios Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, do Ministério da Educação e do Desporto – MEC. Desta forma, os parâmetros curriculares mínimos são dimensões da política educacional para formação da sociedade brasileira.

Toda a discussão que foi gerada em torno dos PCNs, está voltada para as políticas curriculares com intuito de atender aos acordos feitos com o Banco Mundial e firmados na Conferência Mundial de Educação para Todos, em 1990. O propósito foi de colocar o país dentro dos eixos internacionais da globalização. O papel principal da revisão curricular é de formar mão-de-obra e o currículo escolar, assim como os demais aspectos da vida social, estão carregados e modelados por ideologias.

É neste sentido, que a seleção dos conteúdos curriculares não poderá ser adequadamente compreendida como um processo no qual participa todo o conjunto da sociedade (alguns com mais ou menos poderes, outros com maior ou menor consciência), pois selecionar, classificar, distribuir e avaliar conhecimentos põe em ação as múltiplas representações que percorrem os espaços culturais, e não somente aquelas elaboradas pelos grupos dominantes.

Estamos no meio de uma luta decisiva pela demarcação do que significa uma nova sociedade e do significado da própria identidade social que queremos ver construída. O projeto hegemônico, neste momento, é um projeto social centrado na primazia do mercado, nos valores puramente econômicos, nos interesses dos grandes grupos industriais e financeiros. Precisamos avaliar se é realmente isso que queremos.

O currículo é um dos espaços centrais desse projeto de transformação conservadora e pode ser também, se quisermos, um espaço de afirmação e construção de projetos alternativos e críticos. É no momento do currículo que se cruzam práticas de significados, identidade social e poder. Neste sentido, travam-se lutas decisivas por hegemonia, por predomínio, por definição e domínio do processo de acepção. Essas lutas são travadas através da política curricular e do discurso, sendo assim, o currículo tanto expressa as visões e os significados do projeto dominante quanto ajuda a reforçá-las, a dar-lhes legitimidade e autoridade. Por outro lado, é possível através do cotidiano escolar fazermos o trabalho da contramão, não esquecendo que, no currículo, se disputa um jogo decisivo.

O currículo escolar deve estar diretamente relacionado às expectativas multiculturais e trabalhar de forma a valorizar e respeitar as diferenças. A escola precisa abrir espaços para que estas representações, que têm sido silenciadas e excluídas na sociedade, possam entrar e conhecê-las como culturas presentes no dia-a-dia da escola. Ou seja, a escola precisa somar a teoria com a prática da realidade social.

Palavras-chave: Cultura, Educação, Identidade, Currículo.


SÃO JOÃO EM CORAÇÃO DE MARIA/BA

NÓS AQUI DO NORDESTE ESPERAMOS O SÃO JOÃO COM MUITA EXPECTATIVA!
A CADA FIM DE FESTA JUNINA COMEÇAMOS A CONTAR OS DIAS PARA O ANO QUE VIRÁ .

CONVERSA AO PÉ DA FOGUEIRA, COM MILHO E CARNE DO SOL ASSADOS NA BRASA, AMENDOIM, LICOR (COM MODERAÇÃO É CLARO!), CANJICA, PAMONHA, LARANJA, BOLOS DE AIPIM, CARIMÃ, TAPIOCA, MILHO...HUUMMM!!! SEM FALAR NO ARRASTA PÉ DANADO DE BOM QUE VAI ATÉ O DIA AMANHECER...







BOM PESSOAL! TUDO ISSO É SÓ PARA DIZER A VOCÊS QUE ENTRE OS DIAS 18/06/09 E 26/06/09 ESTAREI CURTINDO O SÃO JOÃO AQUI NA MINHA TERRINHA CORAÇÃO DE MARIA (INTERIOR DA BAHIA). COMO MORO PRATICAMENTE NA PRAÇA DA CIDADE ( O PALCO DA FESTA FICA A POUCOS METROS DE MINHA CASA rsrsrsrs)...





...NÃO TEREI CONDIÇÕES DE ATUALIZAR POSTAGENS. MAS PROMETO QUE NO RETORNO DEIXAREI VOCÊS POR DENTRO DE TUDO QUE ROLOU POR AQUI, AFINAL DE CONTAS EDUCADOR TAMBÉM TEM TODO O DIREITO DE SE DIVERTIR NÃO É MESMO?!!


SELINHO!!!



Este selinho foi criado por mim especialmente para minhas amigas blogueiras!

Regrinha básica: Repassem para quantas amigas quiserem!

Ofereço a vocês com muito carinho!

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PUBLIQUE SEU ARTIGO!!


A Associação Universidade em Rede (UNIREDE) proporciona à comunidade atuante em Educação a Distância (EaD) um evento único que congrega uma ampla discussão, com o objetivo de promover qualidade na prática e na pesquisa em EaD.

O VI ESuD acontece na cidade de São Luís/MA, Patrimônio da Humanidade, nas modernas instalações do Rio Poty Hotel (Ponta d’areia), no período de 02 a 04 de novembro de 2009. Na programação serão abordados temas relacionados à qualidade do ensino a distância, visando ainda a apresentação e o debate com os participantes sobre o panorama da EaD no contexto atual.

A proposta do ESuD, como espaço para a discussão do estado da arte dos aspectos de gestão, concepção didática e tecnológica relacionada com a educação superior a distância, irá proporcionar um encontro singular entre os principais nomes da EaD nacional e internacional.
AS INSCRIÇÕES PODEM SER EFETUADAS ATRAVÉS DO SITE: http://www.unirede.br

Você também pode inscrever seu artigos.

A submissão de trabalhos para o ESuD 2009 será realizada exclusivamente de forma eletrônica, através do sistema JEMS/SBC, obedecendo as Regras para Submissão de Artigos.

Os trabalhos recebidos serão avaliados por três ou mais especialistas nacionais e/ou internacionais, utilizando processo de julgamento do tipo blind review by peers (julgamento cego por pares), no qual a identidade e a afiliação institucional dos autores são elementos não fornecidos àqueles que julgam. Os trabalhos aceitos serão publicados nos Anais do Congresso e apresentados na forma de pôster. Os três melhores trabalhos de cada área serão apresentados na forma oral. Mais informações CLIQUE AQUI

FORMAÇÃO CONTINUADA SEMPRE!!!



ESTE ARTIGO FOI ENCONTRADO NO BLOG ARTEDUCANDO da professora Elisa Kerr. Trata-se de uma entevista dada pela prfessora Dinéia Hypolitto, Mestre em Educação, docente da Universidade São Judas Tadeu nos cursos de Formação de Professores e Pedagogia. Nesta, a mesma fala sobre a formação continuada.
Trago esta postagem consciente de que o papel de nós educadores e em especial o essência da pedagogia é este de veícular todas as informações pertinentes a este tema que deu origem ao blog: A FORMAÇÃO DO EDUCADOR.
desde já, agradeço à professora Elisa Keer pela oportunidade de colocar-me em contato direto com um tema tão importante dentro do meu contexto profissional e à Profª Dinéia por ser a responsável por tão sábias palavras.
Serei fiel à postagem do arteducando e reafirmo que todos os créditos são dele.

Professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes.

Fonte: Revista Mundo Escola, Número 1, Editora Positivo, Abril/2009

POR FLORA QUEDES

A formação continuada dos professores ao lado de um projeto político-pedagógico sólido e de uma direção forte são os caminhos para melhorar a educação brasileira. Para Dinéia Hypolitto, mestre em educação pelo programa de pós-graduação em educação e currículo da PUC-SP, o profissional consciente sabe que sua formação não termina na universidade. “Esta lhe aponta caminhos, fornece conceitos e idéias, a matéria-prima de sua especialidade. O resto é por sua conta. Muitos professores, mesmo tendo sido assíduos, estudiosos e brilhantes, tiveram de aprender na prática, estudando, pesquisando, observando, errando muitas vezes, até chegarem ao profissional competente que são hoje”, afirma. Afinal, um professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes. “A formação continuada deveria ser um processo que não poderia ter um fim, pois ser professor é assumir um compromisso com o conhecimento e a cultura elaborada, e isso implica renová-la e renovar-se por meio dos diálogos com os textos, as pesquisas e com as novas gerações”, defende. Idéia reforçada por Paulo Freire, que afirmava que: “ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão da prática”.

TEMPO E RECURSOS

De fato, o professor precisa ter muita força de vontade para não desistir da formação continuada. A falta de tempo para participar dos programas de formação continuada, dupla jornada de trabalho, ofertas de cursos que não partem da realidade de necessidade do professor, a falta de recursos financeiros para o investimento em cursos ou na compra de livros são algumas das dificuldades elencadas por Dinéia Hypolitto, também especialista em avaliação pela Universidade de Brasília (UnB) e em didática do ensino superior pela Universidade São Judas Tadeu, onde atua na formação de professores e como coordenadora pedagógica. Segundo ela, ainda há o problema das políticas públicas serem descontínuas em relação à formação continuada, principalmente, na mudança de governos, o que contribui para o fracasso desses programas. “Os professores devem administrar a sua própria formação contínua, estudando, participando das manifestações e reflexões pedagógicas, trabalhar em equipe e trocar experiências para diferenciar o seu ensino, usar o trabalho coletivo dentro da escola e em serviço ao lado de seus pares, para melhorar a sua formação e o desempenho de seus alunos”, orienta.

AUTOAVALIAÇÃO

A especialista pontua que o professor só se torna capaz de implementar mudanças no cotidiano escolar, a partir de uma reflexão sobre si mesmo e suas ações. “A avaliação da prática leva-o a descobrir falhas e possibilidades de melhoria, pois quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional. O professor em formação permanente está sempre a repensar o currículo, a metodologia e os objetivos. Autoavalia-se de forma crítica e reflexiva. Ouve os seus alunos, deixa que eles expressem o que sentem, pensam, querem, e isso auxilia o professor a reorientar a sua ação pedagógica”, orienta Hypolitto.

Imagem retirada da própria revista
Imagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 35.

“Quando a reflexão permear a prática docente e de vida, a formação continuada será exigência “sine qua non” para que o home se mantenha vivo, energizado, atuante no seu espaço histórico, crescendo no saber e na responsabilidade. A formação continuada não se apresenta por si só como a solução para os problemas de qualidade no ensino, mas abre perspectivas de construir ações coletivas, na busca da qualificação do trabalho docente”, acrescenta ela, dizendo que a escola que possui professores em constante formação continuada tem resultados satisfatórios.

COMO FAZER

Primeiramente, a professora Dinéia Hypolitto orienta que os professores se informem sobre o que fazem os colegas e iniciem a formação contínua no espaço escolar. O trabalho no horário coletivo desenvolvido pelo coordenador pedagógico, toda semana, apresenta resultados mais efetivos, porque promove intercâmbio de experiências e a possibilidade de tematizar a prática. “É o momento para refletir o dia a dia dentro da sala de aula. Esse horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) é para melhorar a formação continuada, fazer as leituras indicadas pela coordenadora pedagógica e estudar os conteúdos específicos para o ano que leciona”, detalha.

Segundo a especialista, o HTPC é o espaço mais rico para o aprimoramento do professor, e dentro do seu próprio ambiente de trabalho. Existem outros caminhos para o aperfeiçoamento: a educação a distância, participação em seminários presenciais e/ou virtuais, intercâmbio nacional e internacional, reflexões pedagógicas, grupos de estudo e pesquisa, cursos de curta e longa duração, programas governamentais em parceria com universidades e as escolas, e a administração de sua própria formação contínua – lendo, participando de congressos, palestras e simpósios. Outras duas alternativas para o professor são a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que une o Ensino Presencial e o Ensino a Distância para a democratização do conhecimento, e a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores de Educação Básica.

Leia também a outra entrevista concedida pela professora Dinéia Hypolitto, juntamente com outros profissionais, a Revista Língua Portuguesa, número 43, Maio/2009, com o título: HQ´s conquistam respeitabilidade, viram política de governo e mostram vigor como arte narrativa serial.


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