HINO DE CORAÇÃO DE MARIA

ESTA POSTAGEM É ESPECIALMENTE PARA OS MEUS CONTERRÂNEOS. POIS NÃO TEMOS ATÉ HOJE NENHUM REGISTRO DO NOSSO HINO CÍVICO NA INTERNET.
POIS BEM, AQUI ESTÁ QUERIDOS MARIENSES A LETRA DO NOSSO HINO!!

TODA FORMOSA OH! CIDADE MARIENSE
TODA REPLETA DE BELEZA E ENCANTO
BRANCAS NUVENS COBRINDO O TEU CÉU LINDO
PALMEIRAL BALANÇA NUM VOLTEIRO SANTO

O SOL QUE DOIRA OS TEUS REGATOS LÍMPIDOS
BORBOLETAS QUE BRINCAM EM REVOAR
NA RELVA RASTEIRA ZABELÊ SE ESPRAIA
AS CACHOEIRAS FAZEM ENCANTAR

TODA FORMOSA OH! CIDADE MARIENSE
TODA REPLETA DE BELEZA E ENCANTO
BRANCAS NUVENS COBRINDO O TEU CÉU LINDO
PALMEIRAL BALANÇA NUM VOLTEIRO SANTO

JARDINS FLORIDOS POMARES FRONDOSOS
SE ENFEITANDO PARA O SOL QUE SORRI
VOSSA GRAÇA ENTOA A PASSARADA
HINO ALVORADA A FLORIR

TODA FORMOSA OH! CIDADE MARIENSE
TODA REPLETA DE BELEZA E ENCANTO
BRANCAS NUVENS COBRINDO O TEU CÉU LINDO
PALMEIRAL BALANÇA NUM VOLTEIRO SANTO


O VENTO REVOLTANDO DAS PALMEIRAS FOLHAS
PALPITANDO DE BELEZA E ENCANTO
TODA FORMOSA OH! CIDADE MARIENSE
BENDITO O TEU VIVER E O TEU RECANTO

TODA FORMOSA OH! CIDADE MARIENSE
TODA REPLETA DE BELEZA E ENCANTO
BRANCAS NUVENS COBRINDO O TEU CÉU LINDO
PALMEIRAL BALANÇA NUM VOLTEIRO SANTO

AMANHÃ POSTAREI O ÁUDIO DO HINO PARA VCS QUERIDOS COR MARIENSES!

Deus

SAÚDE E SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA



Durante os dias 20 e 21 de agosto de 2009, o Colégio Sagrado Coração de Maria, desenvolveu o I ESA(Encontro de Saúde/Sexualidade na Adolescência). Este encontro foi organizado em formato de Oficinas Educativas. Esta proposta surge num momento em que percebemos, em meio a debates em sala de aula e no próprio dia a dia do Colégio, uma inquietude por parte dos alunos em relação aos temas citados.
De acordo os Parâmetros Curriculares Nacionais, a transformação do papel psicossocial do adolescente deve ser considerada nas diversas instâncias do convívio escolar como elemento contextual da educação para a Saúde e Sexualidade nessas faixas etárias. Diversas são as dúvidas que rodeiam os adolescentes. Neste sentido, o Colégio Sagrado Coração de Maria, vem posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo e a prática como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas no que se refere à Saúde e Sexualidade na adolescência.

Tivemos como objetivo geral:

  • Propor o desenvolvimento do respeito a si e ao outro e contribuiindo para a garantia direitos básicos a todos, como a saúde, a informação e o conhecimento, elementos fundamentais para a formação de cidadãos responsáveis e conscientes de suas capacidades.

E como objetivos específicos:
  • Compreender a sexualidade como algo inerente à vida e à saúde, que se expressa no ser humano, do nascimento até a morte.
  • Contribuir para a superação de tabus e preconceitos ainda arraigados no contexto sociocultural brasileiro em relação ao tema Sexualidade na adolescência.
  • Promover reflexões e discussões de técnicos, professores, equipes pedagógicas, bem como de pais e responsáveis, com a finalidade de sistematizar a ação pedagógica da escola no trato de questões da saúde e da sexualidade.
  • Compreender que saúde e sexualidade são produzidas nas relações com o meio físico, econômico e sociocultural, identificando fatores de risco à saúde pessoal e coletiva presentes no meio em que vive,
  • Utilizar formas de intervenção sobre os fatores desfavoráveis à Saúde e Sexualidade presentes na realidade que rodeia os (pré) adolescentes, agindo com responsabilidade em relação às mesmas
  • Compreender que é nas relações sociais que se definem, por exemplo, os padrões de relação de gênero, o que homens e mulheres podem e devem fazer por serem homens e mulheres, e, principalmente, quais são e quais deverão ser os direitos e deveres de cidadania ligados à sexualidade e à reprodução.
TEMAS DAS OFICINAS:

  • SEXULIDADE NA ADOLESCÊNCIA: INFLUÊNCIAS DA MÍDIA
  • NAMORAR, FICAR: NECESSIDADE OU PRESSÃO SOCIAL?
Professores Oficineiros: Alessandra de Jesus, Andréa e Wilka

  • GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: O QUE CONTRIBUI? QUAIS OS RISCOS PARA A MÃE E PARA O BEBÊ?
  • ISTs (infecções Sexualmente Transmissíveis)
Professores Oficineiros: Joelson, Edineuza e Alessandra Coelho

  • ADOLESCENTE E A BALADA: SEU LIMITE É DO TAMANHO DA SUA RESPONSABILIDADE.
Professores Oficineiros: Carlos e Gessilene

  • ADOLESCÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA
  • ALIMENTAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA: ANOREXIA, BULIMIA E OBESIDADE
Professores oficineiros: Marcelo, Dayse e Carol

ABAIXO ALGUMAS FOTOS DAS OFICINAS:













































Deus

DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO

ABRINDO JANELAS



OBJETIVOS:
  • Promover a aproximação dos membros do grupo, através de um diálogo direcionado;
  • Permitir um maior conhecimento pessoal.
A QUEM SE DESTINA:

Uma boa dinâmica para fortalecer os laços afetivos de um grupo já conhecido, bem como útil para os primeiros encontros.

MATERIAL UTILIZADO:
Um rádio com música e uma folha de papel de "ABRINDO JANELAS", contendo a seguinte sequência de frases:


- Quando penso no futuro, eu me vejo...
- Quando estou num grupo novo, eu me sinto...
- Quando entro numa sala cheia de pessoas estranhas, eu...
- As normas sociais me fazem sentir...
- Sinto-me mais feliz quando...
- Neste momento estou sentido que...
- Quando estou preocupado, numa situação nova, geralmente eu.....
- O que mais me inibe em reuniões é...
- Eu me sinto integrado num grupo quando...
- Quando alguém atrapalha a realização de um plano meu, eu...
- No dia do meu aniversário, eu...
- Fico muito alegre quando...
- Tenho uma enorme vergonha enorme de...
- O que mais me entristece é...
- Minha maior esperança é um dia...
- Ás vezes, eu me sinto como se...
- Sinto –me mais próximo de alguém quando...
- Para mim, receber ordens de outra pessoa me causa...
- A emoção que mais dificuldade sinto de controlar é...
- Quando num grupo, os outros permanecem em silêncio, eu...
- Quando alguém fica muito magoado comigo, eu...
- Não ser compreendido por outras pessoas me causa...
- Quando, num grupo, alguém fala o tempo todo eu...
- Tenho muito medo de...
- Meu ponto forte é...
- O que mais me irrita é...
- Adoro...
- Detesto...
- Meu ponto fraco mesmo é...
- Produzo muito mais quando...
- Agora, estou querendo muito...
- Quando penso na morte eu...
- Fora do ambiente de trabalho eu...
- Quando sou repreendido injustamente eu...
- Quando tenho uma grande dificuldade eu...
- Num grupo estranho, sinto medo de...
- Tenho vontade de retirar -me de um grupo, quando...
- Aqueles que realmente me conhecem sabem que eu...
- Acredito...
- Quando as pessoas ainda não me conhecem, pensam que eu...
- Quando criança, eu pensava que o mundo era...
- Senti que já não era mais uma criança quando...
- Uma pessoa para ser minha amiga tem que...
- Se não me falha a memória, a última vez que chorei foi...
- A coisa mais importante do mundo, pra mim, é...

PROCEDIMENTOS:

  • Inicialmente o facilitador orienta que se faça dois círculos, um dentro do outro, de modo que cada pessoa do círculo de dentro fique de frentre para outra pessoa do círculo de fora (Sempre com um fundo musical);
  • Toca-se a música e os participante com a lista em mãos vão passando um pelos outros em sentido contrário (círculo interno num sentido e externo em outro sentido);
  • ao parar a música, cada um do círculo interno por vez fará a escolha de uma frase da lista para que a pessoa a frente a complete.
  • A dinâmica procede com a pessoa do círculo de fora fazendo também um de cada vez a leitura da frase para que aquele que está a sua frente na parte interna do círculo responda;
  • Prosseguir até que todas as duplas tenham "conversado".
Ao final, pode-se fazer uma breve avaliação do exercício:
  1. Na nossa vida, o que significa ! "Abrir Janelas"?
  2. Como se formam os encontros?Teve alguém em quem você percebeu algo novo?
  3. Você se prendeu apenas aos ítens do " Abrindo Janelas"? (entre outras que criar ou surgir no momento da aplicação da dinâmica)
Outras dicas de dinâmica você encontra no site mundo jovem
Deus

DINÂMICAS DE GRUPO: Contribuições para Formação de vínculos na Educação


NESTA CAMINHADA DE COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, VOLTADA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES, SEMPRE ME PEGO EM DÚVIDAS COM RELAÇÃO A QUE DINÂMICA USAR EM DETERMINADO ENCONTRO DE PROFESSORES. ATUALMENTE, TENHO TRABALHADO COM O APOIO DE UM LIVRO MAGNÍFICO DOS AUTORES ALBIGENOR E ROSE MILITÃO. O LIVRO SE CHAMA S.O.S. DINÂMICAS DE GRUPO E TRAZ NUMA LINGUAGEM CLARA E DINÂMICA(RSRSRS), UMA INTRODUÇÃO SOBRE O QUE É UMA DINÃMICA DE GRUPO DEFININDO-A DA SEGUINTE FORMA: Dynamis é uma palavra grega que significa força, energia, ação. Quando Kurt Lewin utilizou essa expressão e começou a pesquisar os grupos, seu objetivo era o de ensinar às pessoas comportamentos novos através de DINÂMICA DE GRUPO, ou seja, através da discussão e de decisão em grupo, em substituição ao método tradicional de transmissão sistemática de conhecimentos.
MAS...O QUE SE ESPERA ALCANÇAR DE RESULTADOS, COM A UTILIZAÇÃO DA DINÂMICA DE GRUPO? VEJAMOS:
  • DESINIBIR A CAPACIDADE CRIADORA DOS PARTICIPANTES, LEVANDO-OS A SE TORNAREM BASTANTES DESENVOLTOS;
  • AUMENTAR AS TRANSFORMAÇÕES NO GRUPO, ALTERANDO A SUA PRODUTIVIDADE;
  • AUMENTAR A COESÃO DO GRUPO;
  • PROPORCIONAR UM APEFEIÇOAMENTO DO TRABALHO COLETIVO, PROCURANDO ATINGIR, ATRAVÉS DOS GRUPOS, METAS SOCIALMENTE DESEJÁVEIS, PODENDO TAMBÉM, AUMENTAR SUA EFICIÊNCIA, FUNDAMENTANDO-A NUM FIRME CONHECIMENTO DAS LEIS QUE GOVERNAM A VIDA DOS GRUPOS;
  • TRANSFORMAR O POTENCIAL DO GRUPO, FAZENDO-O CRESCER EM IGUALDADE HARMÔNICA DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL.
DICAS IMPORTANTES:
Como bem coloca os autores no livro, ao ser convidado para proferir uma palestra, dirigir uma reunião, conduzir um grupo de estudo ou ministrar um treinamento é imprescindível que haja um prévio planejamento. Por isso, devemos estar atentos a pontos tais como:
  • visitar preferencialmente o local do evento, com antecedência, para checagem de equipamentos - conforme a necessidade;
  • chegar ao local com pelo menos uma hora de antecedência;
  • manter na cartola sempre, uma ou mais vivências/dinâmicas para eventuais imprevistos ou mudanças de planos com o grupo;
  • evitar forçar a barra para algum membro participar, falar ou opinar sobre alguma coisa se esse não estiver a fim;
  • evitar confiança plena na memória: anotar, portanto a sequência da(s) dinâmica(s) que vai usar ou aquilo que vai dizer;
  • ter cuidado com a aprência (roupa, higiene, postura, etc.) - lembre-se: você é aquilo que diz e faz e, no momento com o grupo, você estará sendo exemplo
  • habituar-se a trabalhar proativamente, fazendo, sempre de véspera, um "check-list" das tarefas/providências que envolvem você e as demais pessoas ligadas ao evento;
AGUARDEM!! NA PRÓXIMA POSTAGEM: DICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO (PASSO A PASSO)
Deus

T R A B A L H A N D O




Olá!
Gostaria de me desculpar: com você que sempre aparece aqui no blog e acompanha as postagens; e a você que está visitando pela primeira vez o Essência da Pedagogia. Esta semana tenho estado muito ocupada(trabalho, trabalho,trabalho... RSRS). Por isto não tenho atualizado o blog com novas Postagens.
Prometo, que a partir da segunda -feira estarei de volta com todo gás!!!
Ah! também partilharei alguma imagens dos eventos que estão acontecendo no Colégio Sagrado Coração de Maria.
Beijo no coração!


Deus

SINAIS DE DEFICIÊNCIAS: Como o professor pode ajudar a detectá-los.

Deficiência física
Sinais de deficiência física:

  • Movimentação sem coordenação ou atitudes desajeitadas de todo o corpo ou parte dele;
  • Anda de forma não coordenada, pisa na ponta dos pés ou manca;
  • Pés tortos ou qualquer deformidade corporal;
  • Pernas em tesoura (uma estendida sobre a outra);
  • Dificuldade em controlar os movimentos, desequilíbrios e quedas constantes;
  • Dor óssea, articular ou muscular;
  • Segura o lápis com muita ou pouca força
  • Dificuldade para realizar encaixe e atividades que exijam coordenação motora fina.

Sugestões para a convivência com pessoas com deficiência física:

  • Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente, para que a pessoa também participe da conversa;
  • Empurre a cadeira com cuidado para evitar acidentes e preste atenção às pessoas que caminham à frente;
  • Para uma pessoa sentada em cadeira de rodas, é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, se a conversa for demorar mais, sente-se ou abaixe-se para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível;
  • Respeite o espaço corporal. A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é quase uma extensão do corpo. Agarrar ou apoiar-se nesses equipamentos não é como se encostar a uma cadeira comum;
  • Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa que a utiliza;
  • É mais seguro subir rampas ou degraus de frente. Para descer, é mais seguro de costas;
  • Para subir um degrau, incline a cadeira para trás, levante as rodinhas da frente para apoiá-las sobre o degrau;
  • Para descer um degrau, é mais seguro fazê-lo de marcha a ré, sempre apoiando a cadeira, para que a descida seja sem solavancos;
  • Para subir ou descer mais de um degrau em seqüência, é mais seguro pedir a ajuda de outra pessoa;
  • Se você estiver acompanhando uma pessoa com deficiência que anda devagar, procure acompanhar o passo dela;
  • Sempre mantenha as muletas ou bengalas próximas à pessoa com deficiência;
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for visitar algum local com uma pessoa com deficiência motora;
  • Pessoas com paralisia cerebral podem ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços, apresentar expressões estranhas no rosto e ter dificuldade para falar. Não se intimide com isso. São expressões estranhas no rosto e ter dificuldade para falar. Não se intimide com isso. São pessoas como você. Geralmente, têm inteligência normal ou, às vezes, até acima da média;
  • Se você não compreender o que a pessoa está dizendo, peça para que repita.Isso demonstra interesse e respeito e as pessoas com dificuldades de comunicação não se incomodam de repetir.

Deficiência múltipla
Sinais de surdocegueira:


  • Déficit de audição e visão;
  • Atraso significativo no desenvolvimento global (motor e cognitivo);
  • Ausência de fala;
  • Dificuldade em estabelecer relações com o outro;
  • Tendência ao isolamento pela falta de comunicação;
  • Chora, geme e faz movimentos corporais como formas de comunicação.


Deficiência mental
Sinais de deficiência mental:


  • Atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor (a criança demora para firmar a cabeça, sentar, andar, falar);
  • Dificuldade no aprendizado (dificuldade de compreensão de normas e ordens,dificuldade no aprendizado escolar).
  • É preciso que haja vários sinais para que se suspeite de deficiência mental. Um único aspecto não pode ser considerado como indicativo de qualquer deficiência



Deus

ALUNOS COM SINAIS DE DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA

Como perceber se o seu aluno tem sinais de deficiência?

Muitas vezes, é o professor que consegue perceber que a criança tem alguma dificuldade. Sua função é avisar a família, orientando-a para procurar ajuda especializada. Mas isso não é um diagnóstico, cabe somente ao profissional especializado realizá-lo.

Deficiência visual

Possíveis sinais de deficiência visual:
  • Irritação constante nos olhos;
  • Aproximar muito o rosto do papel, quando escreve e lê;
  • Dificuldade para copiar material da lousa à distância;
  • Olhos franzidos para ler o que está escrito na lousa;
  • Cabeça inclinada para ler ou escrever, como se procurasse um ângulo melhor para enxergar;
  • Tropeços freqüentes por não enxergar pequenos obstáculos no chão;
  • Nistagmo (olho trêmulo);
  • Estrabismo (vesgo);
  • Dificuldade para enxergar em ambientes muito claros ou escuros.
  • Se houver alunos com deficiência visual na sua sala
  • Leia ou peça para alguém ler o que está escrito na lousa;
  • Sempre que possível, passe a mesma lição que foi dada para a classe;
  • Procure o apoio do professor especializado, que ensinará à criança o sistema braile e acompanhará o processo de aprendizagem;
  • Busca de recursos pedagógicos para o aluno com deficiência é um direito dele;
  • Disponibilize com antecedência os textos e livros para o curso;
  • Se possível, o material de estudo deve ser fornecido sob a forma de textos ampliados, textos em braile, textos e aulas gravadas em áudio ou em disquete, de acordo com as necessidades do aluno e a possibilidade da escola. O aluno poderá, ainda, precisar utilizar auxílios ópticos e computadores com programas adaptados, assim como apoio para trabalho de laboratório e do pessoal da biblioteca;
  • Durante as aulas, é útil identificar os conteúdos de uma figura e descrever a imagem e a sua posição;
  • Substitua os gráficos e tabelas por outras questões ou utilize gráficos simples em relevo;
  • Transcreva para braile as provas e outros materiais;
  • Possibilite usar formas alternativas nas provas: o aluno pode ler o que escreveu em braile; fazer gravação em fita K-7 ou escrever com tipos ampliados;
  • Amplie o tempo disponível para a realização das provas;
  • Evite dar um exame diferente, pois isso pode ser considerado discriminatório e dificulta a avaliação comparativa com os outros estudantes;
  • Ajude só na medida do necessário;
  • Tenha um comportamento o mais natural possível, sem super proteção, ou pelo contrário, ignorá-lo.

Deficiência auditiva

Sinais de deficiência auditiva:

  • As primeiras palavras aparecem tarde (3 a 4 anos);
  • Não responde ao ser chamado em voz normal;
  • Quando está de costas, não atende ao ser chamado;
  • Fala em voz muito alta ou muito baixa;
  • Vira a cabeça para ouvir melhor;
  • Olha para os lábios de quem fala e não para os olhos;
  • Troca e omite fonemas na fala e na escrita.

Como você pode ensinar um aluno surdo?

Você pode desenvolver o processo de aprendizagem com o aluno surdo adotando a mesma proposta curricular do ensino regular, com adaptações que possibilitem:

  • o acesso ao conteúdo, utilizando sistemas de comunicação alternativos, como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), a mímica, o desenho, a expressão corporal;
  • a utilização de técnicas, procedimentos e instrumentos de avaliação compatíveis com as necessidades do aluno surdo, sem alterar os objetivos da avaliação, como, por exemplo, maior valorização do conteúdo em detrimento da forma da mensagem expressa.

Sugestões de apoio ao aluno com deficiência auditiva:

  • Os alunos com deficiências auditivas devem ficar sempre na primeira fila na sala de aulas. Dependendo da condição sócio-econômica da família e do tipo de surdez, o aluno pode utilizar um recurso acústico (Aparelho Auditiva e/ou Sistema de FM), para amplificar o som da sala;
  • Há alunos que conseguem ler os movimentos dos lábios. Assim, o professor e os colegas devem falar o mais claramente possível, evitando voltar-se de costas enquanto fala. É extremamente difícil para estes alunos anotarem nas aulas, durante a exposição oral da matéria, principalmente aqueles que fazem leitura labial enquanto o professor fala;
  • É sempre útil fornecer uma cópia dos textos com antecedência, assim como uma lista da terminologia técnica utilizada na disciplina, para o aluno tomar conhecimento das palavras e do conteúdo da aula a ser lecionada. Pode também justificar-se a utilização de um intérprete que use a língua brasileira de sinais;
  • Este estudante pode necessitar de tempo extra para responder aos testes;
  • Fale com naturalidade e clareza, não exagerando no tom de voz;
  • Evite estar em frente à janela ou outras fontes de luz, pois o reflexo pode obstruir a visão;
  • Quando falar, não ponha a mão na frente da boca;
  • Quando utilizar o quadro ou outros materiais de apoio audiovisual, primeiro exponha os materiais e só depois explique ou vice-versa (ex.: escreva o exercício no quadro ou no caderno e explique depois e não simultaneamente);
  • Repita as questões ou comentários durante as discussões ou conversas e indique (por gestos) quem está a falar, para uma melhor compreensão por parte do aluno;
  • Escreva no quadro ou no caderno do aluno datas e informações importantes, para assegurar que foram entendidas;
  • Durante os exames, o aluno deverá ocupar um lugar na fila da frente. Um pequeno toque no ombro dele poderá ser um bom sistema para chamar-lhe a atenção, antes de fazer um esclarecimento.

PRÓXIMA POSTAGEM: DEFICIÊNCIA FÍSICA, DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA, DEFICIÊNCIA MENTAL
Deus

EDUCAÇÃO INCLUSIVA X DEFICIÊNCIAS

Quem são as pessoas com deficiência?

A deficiência é tão antiga quanto a humanidade. Ao longo dos tempos, desde a pré-história até hoje, as pessoas sempre tiveram que decidir qual atitude adotar em relação aos membros mais vulneráveis da comunidade que precisavam de ajuda para obter alimento, abrigo e segurança, como as crianças, os velhos e as pessoas com deficiência., pedagogos, psicólogos e intérpretes da língua de sinais.
Quando pensamos em quem são as pessoas com deficiência, imediatamente pensamos naquilo que as torna diferentes das demais, isto é, obviamente, a própria deficiência. É, portanto, a partir do conceito que a deficiência tem para nós que vamos nos posicionar frente às pessoas com deficiência.
Se você considerar a deficiência como uma desgraça, provavelmente vai sentir pena de uma pessoa com deficiência. Mas, você pode pensar diferente se considerar a deficiência como uma característica como outra qualquer e considerar que as dificuldades que ela enfrenta são o resultado do ambiente despreparado para recebê-la. A tecnologia moderna é uma prova de que isto é verdade. Uma pessoa com deficiência pode não conseguir subir uma escada mas, se houver um elevador ou uma rampa, ela vai estar em pé de igualdade com as outras pessoas, não é mesmo?
No Brasil, há definições médicas sobre o que é a deficiência. É importante que você as conheça, para saber como lidar com estes alunos:
  • Deficiência física: Alteração completa ou parcial dos membros superiores (braços) e/ou inferiores (pernas), acarretando o comprometimento da função física.
Ter uma deficiência física não significa ter um rebaixamento intelectual. Muitas pessoas fazem esta confusão. É importante saber fazer esta diferença para não ignorar o potencial deste aluno. Geralmente, com algumas adaptações ele conseguirá acompanhar os colegas.
  • Deficiência auditiva: Perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis, desde uma perda leve até a perda total da audição.
Pode-se trabalhar com os resíduos auditivos nas atividades educacionais, através do uso de aparelhos auditivos, que amplificam o som da sala de aula.
  • Deficiência visual: abrange desde a cegueira até a visão subnormal (ou baixa visão), que é uma diminuição significativa da capacidade de enxergar, com redução importante do campo visual e da sensibilidade aos contrastes e limitação de outras capacidades.
Logo que a deficiência é constatada, existem técnicas para trabalhar o resíduo visual nas atividades educacionais, na vida cotidiana e no lazer. Usando auxílios ópticos (como óculos, lupas, etc) as pessoas com baixa visão distinguem vultos, a claridade, ou objetos a pouca distância. A visão se apresenta embaçada, diminuída, restrita em seu campo visual ou prejudicada de algum modo.
  • Deficiência mental : Segundo a definição adotada pela AAMR (American Association of Mental Retardation - Associação Americana de Deficiência Mental), a deficiência mental é um “funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, coexistindo com limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas: comunicação, auto-cuidado, habilidades sociais, participação familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança, funcionalidade acadêmica, de lazer e trabalho. Manifesta-se antes dos dezoito anos de idade.”
O aluno com deficiência mental tem um potencial, que pode ser estimulado na sala de aula e através do convívio com outros alunos. Muitas pessoas confundem a deficiência mental com a doença mental (esquizofrenia, paranóias e outras), o que não é correto. São fenômenos completamente diferentes. A pessoa com deficiência mental não tem surtos, não tem ataques e não tem convulsões. É perfeitamente possível conviver com ela.
  • Deficiência múltipla: É a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física), com comprometimentos que acarretam conseqüências no seu desenvolvimento global e na sua capacidade adaptativa;
  • Surdocegueira: É uma deficiência única que apresenta as deficiências auditiva e visual juntas em diferentes graus. A pessoa surdocega pode desenvolver diferentes formas de comunicação para entender e interagir com as pessoas, com o meio ambiente e ter acesso a informações e a uma vida social com qualidade. Para sua autonomia, a pessoa surdocega precisa de um guia-intérprete para sua orientação e mobilidade, educação e trabalho.

Fonte: GIL, Marta. Educação Inclusiva: o que o professor tem a ver com isso? São Paulo: USP, 2005

PRÓXIMA POSTAGEM: Como perceber se o seu aluno tem sinais de deficiência



Deus

PRÊMIO BANCO REAL PARA BLOGUEIROS



Para que serve uma empresa? Basicamente, para prestar um serviço à sociedade, contribuindo para o seu desenvolvimento. O lucro é uma conseqüência disso e também um sinal de que a empresa está fazendo um bom trabalho.

E para o Banco Real é esta a questão que importa. Ainda segundo o banco, a maneira pela qual isso é feito também conta muito. Pois, como qualquer empresa, ele também persegue os lucros, mas têm algo muito claro nesse processo: quer lucro como resultado de um jeito certo de trabalhar.

Demonstra que têm consciência de que o negócio por ele gerenciado é um agente fundamental de desenvolvimento econômico. Sabe também, que tem um importante papel a desempenhar na construção de um mundo mais sustentável.

Como os negócios em geral precisam da intermediação de um banco para serem colocados em prática, o Banco Real aproveitou essa oportunidade para colocar em prática aquilo em que acredita. Assim, contribue para disseminar uma nova ética de negócios, que considere o meio ambiente e o desenvolvimento de toda a sociedade.

Para atingir esse objetivo, lança um novo olhar para as suas atividades. Em todas as suas decisões, busca o lucro como resultado de uma relação que respeite a sociedade e o meio ambiente.Por isso está promovendo uma ação que vai premiar os blogueiros que se empenharem em divulgar essa ideia.

Como funciona essa premiação?

1. Você escreve um post sobre “Negócios sustentáveis” que deve conter link para o site de sustentabilidade do Banco Real e este post cujo permalink é http://www.sucessonews.com.br/premiacao-real-negocios-sustentaveis/);

2. Se você tiver Twitter e quiser divulgar seu post por lá, basta usar a tag #realsustentavel e o migre-me do permalink do seu próprio post. Os RTs do seu tweet original poderão contar a seu favor!

3. Assim que você postar no seu blog e divulgar no seu twitter, volte aqui e deixe na área de comentários deste post e deixe as seguintes informações:
• Link do post;
• Link do twit.

Quem ganha essa premiação?

• Aquele post que mais provocar novos posts em outros blogs e/ou novos tweets será o premiado!
o Cada pingback recebido em seu post valerá 2 pontos
o Cada RT do seu twit divulgando seu post valerá 1 ponto (a contagem será feita pelo link do migre-me referente ao seu post)

Qual o prêmio?

• Um livro sobre a temática para o blogueiro;
• Um destaque para o blog vencedor na área de sustentabilidade do site do Banco Real, referenciando-o com destaque.

O que está esperando? Vá já escrever seu post sobre o tema e mobilizar seus seguidores sobre a importância do mesmo!

Deus

PASSOS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA


ESTE MATERIAL TAMBÉM FAZ PARTE DO IV MÓDULO DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL.
ABORDAMOS DE MANEIRA OBJETIVA E CLARA A QUESTÃO DA INCLUSÃO NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOB A ORIENTAÇÃO DA PROFª SHEILA PITOMBO.
ESTE É MAIS UM TÓPICO DO TEMA. ESPERO QUE SEJA DE GRANDE UTILIDADE NA SUA VIDA DE EDUCADOR E QUE O AJUDE A DESMISTIFICAR ESTES CONCEITOS.


O PRIMEIRO PASSO PARA A CONCRETIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Matricular simplesmente uma criança com deficiência em uma classe comum, da escola comum, sem dúvida, é um passo importante na direção certa. Mas isso não é Educação Inclusiva.

Mesmo que algumas pessoas com deficiência tenham condições de freqüentar a escola tal como ela é hoje, e possam ter o mesmo aproveitamento da maioria das crianças, ainda assim, isso não é praticar Educação Inclusiva.

Educação Inclusiva pressupõe que TODAS as crianças tenham a mesma oportunidade de acesso, de permanência e de aproveitamento na escola, independentemente de qualquer característica peculiar que apresentem ou não.

Para que isso ocorra, é fundamental que as crianças com deficiência tenham o apoio de que precisam, isto é, acesso físico, equipamentos para locomoção, comunicação (tecnologia assistiva) ou outros tipos de suporte. Mas, o mais importante de tudo, é que a prática da Educação Inclusiva pressupõe que o professor, a família e toda a comunidade escolar estejam convencidos de que:

  • O objetivo da Educação Inclusiva é garantir que todos os alunos com ou sem deficiência participem ativamente de todas as atividades na escola e na comunidade;
  • Cada aluno é diferente no que se refere ao estilo e ao ritmo da aprendizagem. E essa diferença é respeitada numa classe inclusiva;
  • Os alunos com deficiência não são problemas. A Escola Inclusiva entende esses alunos como pessoas que apresentam desafios à capacidade dos professores e das escolas para oferecer uma educação para todos, respeitando a necessidade de cada um;
  • O fracasso escolar é um fracasso da escola, da comunidade e da família que não conseguem atender as necessidades dos alunos;
  • Todos os alunos se beneficiam de um ensino de qualidade e a Escola Inclusiva apresenta respostas adequadas às necessidades dos alunos que apresentam desafios específicos;
  • Os professores não precisam de receitas prontas. A Escola Inclusiva ajuda o professor a desenvolver habilidades e estratégias educativas adequadas às necessidades de cada aluno;
  • A Escola Inclusiva e os bons professores respeitam a potencialidade e dão respostas adequadas aos desafios apresentados pelos alunos;
  • É o aluno que produz o resultado educacional, ou seja, a aprendizagem. Os professores atuam como facilitadores da aprendizagem dos alunos, com a ajuda de outros profissionais, tais como professores especializados em alunos com deficiência.
PRÓXIMA POSTAGEM: QUEM SÃO AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA?


Deus
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